sábado, 12 de outubro de 2013

O mar de mel do Tennessee

  

 Uma cerca, uma ferpa,

 uma farpa, uma arca.

 A marca, amarga:

 Estigma malígno.

 Letra escarlate,

 invertida no espelho.

 Dos que observam,

 só os atentos vêem:

 Essa sombra,

 o peso em minhas pálpebras,

 a âncora em meus olhos

 de ressaca.

 Do mar doce do Tennessee,

 que não é meu.

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